sábado, 26 de janeiro de 2013

hana.haruko: Dos Novos tempos (I)-Clevane Pessoa

hana.haruko: Dos Novos tempos (I)-Clevane Pessoa: Novos tempos  (I) De amar, de crer, de confiar, chego ao cimo do des/gosto da des/crença/ da des/confiança. Em confiteor, confesso-me...


Novos tempos  (I) 


De amar, de crer, de confiar,
chego ao cimo do des/gosto
da des/crença/
da des/confiança.
Em confiteor, confesso-me,
confesso-te:
já não se aglutinam as inocências,
nem la crême de la crême é ser justo ou bom.
Terrível saber que é preciso ser
desconfiada, capaz de revidar infâmias,
voltar as costas aos desleais e inconsequentes.
Constatar que nenhum prêmio será dado
se formos sempre corretos, puros, fraternos.
Muitas vezes, por isso é que somos crucificados...

Clevane Pessoa em 18/08/2011

Fonte da imagem:Moon Scape, de Andersen Viana


Fonte:http://hana-haruko.blogspot.com.br/2011/08/dos-novos-tempos-i-clevane-pessoa.html

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Rememórias de Alfenas (1) -Sombras na Vila Formosa-Edson Antonio Velano-e surpeendentemente, eu,Clevane .


Andando hoje em busca de rememória comprovada, chego a um link:http://www.unifenas.br/40anos/dowloads/Sombras_na_Vila_Formosa_-_Edson_Antonio_Velano.pdf

Começo a ler, quando leio "Unifenas", pois minha tia Mariantonia Lomonte de Araújo, casada com o mano  mais velho da mamãe, Jandy Solimões de Araújo, morava em Alfenas, Sul de minas .Seu pai,muito conhecido-o velho e belo italiano Sr.Leonardo Lomonte- seu mano, Maurício Lomonte, e as manas, Margarida-a quem chamavam Garida e Cidina-A Aparecida (Cidinha, Cidina) , professora que me levava, quando eu por lá de férias, a declamar poemas de Bilac e Vicente Guimarães-além dos meus próprios, quando eu tinha uns dez anos e lá ia eu, que era tímida-até para contar de min ha timidez, vestida de rodado vestido de tule cor-de -rosa, todo enfeitado de pequenos buquês de flores, de sala em sala do Grupo Escolar, "para mostrar como se deve interpretar um poema", diziam-me...
Já no segundo capítulo, encontro-me mencionada, tendo o nome ligado ao meu inesquecível amigo José Monteiro de Magalhães Vianna (Monteiro Vianna), artista e poeta português que morava em Juiz de Fora.
Antes, eu já encontrara-me em trabalho de faculdade de sua bisneta (*), que pensava que eu era um "amigo" do bisavô.
O autor do livro chama-se Edson Antonio Velano e esse belo livro de memórias cita muitos nomes da época, é mesclado à historia universária de Alfenas-com todas as impliações político-sociais...
Nesse cito capítulo, ele conta sobre Maria José Monteiro da Costa, que jovem viúva, viera morar em Alfenas-sendo filha do meu caro amigo de "brancabeleira", conforme eu lhe dizia , num poema, dos cabelos fartos .Publica a carta que recebera dela e que assim é concluída:


(...)"Velano, esteja certo de que, como você, guardo no meu 
coração ‘as noites de verão, a praça, as orquídeas’, e o povo 
maravilhoso dessa cidade que me recebeu de braços abertos, 
a mim, na época, ‘uma jovem viúva que viera trabalhar no IAPI’.
Com um abraço de
Maria José Monteiro da Costa”
><
Então, o autor continua-e é onde chego a meu nome: 

"Pela carta, seria possível reviver, de passagem, os anos 60. Naquela noite, dona Maria José Monteiro colheu flor da praça a entregou ao seu noivo. De longe o testemunhei. Não poderia deixar de relatar nas minhas lembranças esse gesto de ternura.
Junto, recebo o livro Mutações, de seu falecido pai, Monteiro Viana. Quem apresenta o livro é Clevane Pessoa de Araújo. Não conheço pessoalmente Clevane, nem sei se mora ainda em Juiz de Fora. Pelo nome, deve ser a mesma Clevane que tinha seus poemas publicados no jornal “O Alfenense” da época. Se for a mesma pessoa, revive-se mais do que duplamente o torpor: redescobri dona Maria José e fico sabendo de seu paradeiro; reli Clevane Pessoa de Araújo e tomei conhecimento de que Monteiro Viana – o pai da primeira – escrevia e pintava, com talento: “Passo a passo vou chegando ao fim/ Empurrado não sei por quem/ Não há deter, não há parar/ Sou? Fui? Vou sendo? Chegarei mesmo assim?”(...)_

Achei isso fascinante, afinal, não havia Internet nesses anos  citos  e afinal, tenho um registro de que escrevia em O Alfenense, do qual guardei por muito anos o s exemplares,mas numa tempestade em S.Luiz, no maranhão, onde morei nos Anos 80, a casa encheu de água-qual uma banheira gigantesca e as primeiras prateleiras de minha estante foram invadidas...Papel molhado , cola-se um ao  outro, papier  machê, além de  dar de cara comigo mesma, reencontro Monteiro Vianna.Então, continuo a ler e descubro, á página 45, menção a margarida e Cidinha Lomonte, tias de minha querida prima Solimar, que mora em Campanha, também no Sul de Minas, Circuito das Águas Na página 46, o tio dela, Maurício Lomonte-eles tinham bar, teatro de bolso, pizzaria-um complexo cultural de esquina naquela cidade universitária, muito frequentado e conhecido...Depois, na página 69, fala de uma Tânia Lomonte, que deve ser parente, e nas pgs 105 a 106, menciona que no aniversário de Ivone Martins, era Tio Maurício quem colocava, na hora certa, um  disco esperado.
bem, agora passa da meia noite treze minutos-e estou ainda na página 107.
Amanhã, se encontrar mas algo que pertença também à minha memória, vou escrever mais.E se não, falarei de minhas lembranças de Alfenas, onde tia Mari (Mariantonia ), tinha farmácia, era farmacêutica e muita linda.Mas vou mandar, de imediato, o link desse e-book para sandra, filha de Solimar, filha de Mariantonia...que agora mora em SAMPA.Para ela enviar à mãe e ao tio Leonardo Luiz.
O saboroso documentário conta não apenas-embora sobretudo-de alfenenses, mas lembra lindas velhas figuras de época em vários campos, do literário ao médico -muitos deles já  tendo deixado o Planeta.
prato cheio para quem, qual eu mesma, adora segurar os fios da rememória para nao deixar que os fios escapem e os balões do tempo fujam para o azul absoluto.

Clevane Pessoa de Araújo Lopes
Belo Horizonte, 15 de janeiro de 2013




sábado, 12 de janeiro de 2013

Do Chaos -Clevane Pessoa de Araújo Lopes

Do Chaos

Clevane Pessoa de Araújo Lopes ( * )


Em suspensão, fragmentos,
decretos ditatoriais,
angústias, medo, 
fuga para alguma parte,
pressa para parte alguma,
paixões avassaladoras,
violência, humilhação, rechaço,
desamor e abandono.

Ao ser humano, 
cabe des-montar a proposta imposta
que confunde o Tudo
e sobrecarrega o Nada
e pacientemente
remontá-la, relacionar datas e fatos, 
armar o quebra-cabeças das fotografias picadas,
apagar as chamas das queimadas,
semear os solos calcinados 
depois de revolvê-los e adubá-los,
escutar o lamento das crianças 
e os avisos dos pássaros.

Diluir os decretos inúteis e as perplexidades,
fazer curativos nas almas em frangalhos,
matar a sede e a fome de Beleza 
com o olhar
criativo.

Então, através da Arte e da Poesia, 
ordenar
e reinovar 
a Vida.

(*)Fonte: http://chamarteblogspotcom.blogspot.com.br/2008_08_01_archive.html
Clevane Pessoa de Araújo Lopes
Poeta Honoris Causa Pelo Clube Brasileiro de Língua Portuguesa para oito Países Lusófonos.

Rememória-2008-Poema do Caos Urbano-Clevane Pessoa e expo Kaos Urbano de Francisco Zorzete.

Poema do Caos Urbano



Clevane Pessoa



Puzzle.

Putz.

Pule amarelinha na linha do meio fio

nos desenhos da calçada.

Pluft,cai algo, 

alguma coisa se esvai, 

o sangue que escorre,

menstruação, mostru/ação:bala perdida,

monstruAção...

Carteira batida,

so/negação

sonegação

nega-a-ação

negação.



Há porém uma ida-e-vinda 

que não convida ao medo,

-direito de ir-e-vir

garantido pela Constituição-

e sim à diversidade e aos quebra-cabeças , 

aos cidadãos em suas roupas coloridas, 

quais sardinhas em lata nos coletivos 

e espaços públicos atulhados de gente

-ou em fuga quase que para parte alguma .

Ir em direção a um foco simples de se imaginar

no cotidiano sugerido: 

o local de trabalho, a escola, a praça ,a casa ou mesmo um clube .

Ágora, agora.



Belo Horizonte, 20/08/08, inspirado no trabalho exposto no convite-tela de Francisco Zorzete.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Apenas ele, sua Voz e os Jornais-Clevane Pessoa, para fernando Barbosa e Silva -CAMA DE PAPEL, poema de Fernando Barbosa e Silva



Fonte da imagem  (aqui, selecionada para mera ilustração) :http://blogdostanis.blogspot.com.br/2010_03_01_archive.html

http://clevanepessoaeoutraspessoas.blogspot.com.br/2007/09/apenas-ele-sua-voz-e-seus-jornaispara.html



Apenas ele, sua voz e os jornais

Clevane Pessoa de Araújo Lopes




Quando ele era pequeno e ralava os joelhos,

corria para a mãe curar os ferimentos.

Agora, ninguém cuidará dele se tiver pneumonia

Se sofre cólicas ou cefaléia.

Já cansou de aparar a unha em cunha do quarto crescente.

Nenhuma tesoura possui para aparar as suas.

De engravidar a lua que cíclica, vai-lhe parir um plenilúneo.

O ouro do luar, não dá para comprar pão, Poeta.

Apenas doura seu coração insensato.

Ah, se tivesse , então, batido seu prórpio retrato, reconhecer-se-ia hoje?

A lua minguante , minguada como ele, fruto 
de sua própria fome, o enche de nostalgia.


Sem ninguém para dialogar, 
monologa roufenho consigo mesmo.

Representa um auto de solidão insuportável,
Agora.

Uma noite, vê a cabaça da Lua Nova, à espera da plenificação.
Deflora-a para conhecer os segredos da re/flor/ação

Resolve retornar à sua antiga vida, agora vida nova.

Em cova de sete palmos, que cava com as próprias mãos,
Enterra dúvidas, revoltas e ais.

Lava a alma na cascata dos sonhos e da esperança.

Apanha seus bens parcos e quase inúteis.

Carrega com os objetos baratos, a cornucópia da poesia.
A que permaneceu acesa dentro dos pulmões 
E regulou a chama trina, no coração.

E retorna a si mesmo,e consigo viaja, no olongo camonho de volta.

Apenas ele, sua voz e os jornais...

Clevane Pessoa, para Fernando Barbosa, esta alegoria.
Belo Horizonte, 19/09/02

A alegoria acima, que representa o jovem , a fuga, a drogadição ou o álcool, é uma alegoria que responde ao poema de Fernando Barbosa, a mim dedicado (em www.notivaga.com):



C A M A DE P A P E L

C ADA VEZ QUE
A LÍ DEITAVA, SENTIA
M EDO QUE NO DIA SEGUINTE
A S DORES AUMENTASSEM AINDA MAIS.

D E UM LADO PARA O OUTRO ROLAVA NA
E SPERANÇA QUE AQUELE MONTE DE

P APEIS JORNAIS,
A QUECESSEM MEUS
P ÉS, ESFRIASSEM MINHA CABEÇA E
E LEVASSEM MEU ASTRAL. ISSO PARA NÃO FICAR
L OUCO. CADA VEZ MAIS LOUCO.

Esse poema,dedico a Clevane Pessoa, por ser um texto que se tornou pra mim a base do meu espetáculo de teatro "Brinquedo Proibido". 
Em uma de suas visitas ao Espaço Cultural Casa do Fernando eu tive a oportunidade de apresentar para ela e convidados, teatralmente falando,
esse poema.
Fernando Barbosa 
Dedicado a dedicado a: Clevane Pessoa & leitores do Site 
Data 15/09/2007 


clevane pessoa de araújo lopes < clevaneplopes@gmail.com>


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Balanços e Milkshakes-4- Balanços e Milkshakes [TRAILER]

http://vimeo.com/11032080

e

www.balancosemilkshakes.com.br

"

"O Filme / The Movie

Um amor vivido por duas crianças é lembrado por um narrador.
Balanços e Milkshakes é uma produção da Apiário, realizada em 2010, em Belo Horizonte. Curta-metragem de animação em rotoscopia dirigido por Erick Ricco e Fernando Mendes foi o projeto de graduação dos diretores no curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais. O projeto iniciou-se em 2007, de forma independente, contando com o apoio da Universidade, da equipe do filme e de diversas empresas privadas. Para a finalização, contou com recursos do Programa Filme em Minas, promovido pela Secretaria Estadual de Cultura de Minas Gerais e patrocinado pela CEMIG – Companhia Elétrica de Minas Gerais, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte."
/
A love experienced by two children is remembered by a narrator.
Swings and Milkshakes  is a production of Apiário produced in 2010 in Belo Horizonte. Short film of rotoscope animation directed by Erick Ricco and Fernando Mendes was the graduation project of the directors in Social Comunication degree from the Federal University of Minas Gerais. The project began in 2007, independently, with the support of the University, the crew of the film and several private companies. In its post-production, it included, it included resources from Filme em Minas, sponsored by the State Secretary for Culture in Minas Gerais and sponsored by CEMIG – Companhia Elétrica de Minas Gerais, through the Federal Law for the Encouragement of Culture, and resources of Municipal Law for the Encouragement of Culture of Belo Horizonte."


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Créditos / Credits

comANA CLARA MOREIRA
PAULO KAYSER MAIA
narrado porBRUNO MIGLIOLI CUNHA
direçãoERICK RICCO
FERNANDO MENDES
roteiroERICK RICCO
direção de animaçãoFERNANDO MENDES
produçãoFERNANDA SALGADO
THAIS PIMENTA
trilha sonoraEOCOPO

LIVE ACTION
direção de fotografiaERICK RICCO
assistência de fotografia e stillBERNARD MACHADO
câmeraERICK RICCO
FERNANDO MENDES
VICTOR DIAS
direção de arteBÁRBARA SCHALL
produção e assistência de arteMARIA CRISTINA PROCÓPIO
figurinoELISA FERREIRA
preparação de elencoODILON ESTEVES
assistência de setLAI LEAL
PEDRO FURTADO
VICTOR DIAS

ANIMAÇÃO
backgrounds e composição digitalFERNANDO MENDES
rotoscopiaELISA RODRIGUES
ERICK RICCO
FERNANDO MENDES
GULLIVER VIANEI (Lineart)
HARON GOMES (Lineart)
HOZIENNE REIS
JOÃO ANDRADE
LETÍCIA ALBUQUERQUE (Lineart)
aquarela de personagensALESSANDRO PESSOA (Lineart)
EMERSON DUARTE (Lineart)
digitalizaçãoVINICIUS RIBEIRO

produção executivaFERNANDA SALGADO
assessoria jurídico-financeiraDIVERSIDADE CONSULTORIA
autoração do DVDANDRÉ MINTZ
orientação do projeto experimentalRODRIGO MINELLI
co-orientação do projeto experimentalMAURÍCIO GINO


BALANÇOS E MILK SHAKES-3-Making of

http://vimeo.com/11048631


Balanços e Milkshakes (MAKING OF)

Rememória (2)-Balanços e Milshakes

http://cineesquemanovo.wordpress.com/2011/04/09/entrevista-erick-ricco-e-fernando-mendes-realizadores-do-filme-balancos-e-milkshakes/


Entrevista: Erick Ricco e Fernando Mendes (MG), realizadores do filme “Balanços e Milkshakes”

Algumas perguntas para Erick Ricco e Fernando Mendes, realizadores do filme ”Balanços e Milkshakes”,selecionado para a Mostra competitiva de curtas e médias-metragens do CEN 2011. Erick Ricco se dedica à fotografia, ao vídeo e ao cinema desde 2005. Já Fernando Mendes desenvolve seu trabalho nos campos do audiovisual, animações e música.  Atua principalmente como diretor e editor, e é integrante do duo de experimentação musical eocopo.
Sinopse: Um amor de duas crianças é lembrado por um narrador.

CEN – Ficção, documentário e aqui, animação. São escolhas, necessidades ou liberdades?
São escolhas, necessidades e algo que nos permitimos. Por que não? Sinceramente, não acredito que faz muita diferença porque em todos os casos parece que aprendemos e desenvolvemos metodologias ao longo da realização, e é assim que funciona pra nós.  No caso do Balanços havia uma escolha, digamos, conceitual da técnica, mas fazíamos pouquíssima ideia de como seria todo o processo da animação. E, além disso, o roteiro mesmo mudou muito. Para se ter uma ideia, a narração foi escrita depois de tudo estar gravado. É, tem um quê de esquizofrenia também.
CEN – O filme foi realizado sobre imagens, com rotoscopia?
Sim. Gravamos tudo em Mini-dv e editamos. Com o corte pronto, traçamos os personagens digitalmente, imprimimos e pintamos cada um com aquarela.
CEN – A adolescência que ao mesmo tempo brinca e seduz, fica mais bonita animada?
Lembro-me, e creio que hoje talvez fosse um pouco diferente, que desde o começo queríamos que o Balanços fosse bonito, bem acabado, e isso tangia nossas escolhas antes mesmo de decidirmos direito sobre o tema. Além disso, a animação nos permite ser mais sutis e dar ao filme um tom fantástico ou maravilhoso, ambientá-lo assim.

CEN – No que você está trabalhando neste momento?
No momento estamos mais preocupados em ajeitar a sala que acabamos de alugar pra oficialmente fundar a Apiário. A internet ainda não funciona, já temos muitas contas para pagar e não nos deixam estacionar as bicicletas na garagem do prédio. Todas essas coisas.
A Apiário é formada por Erick Ricco, Fernanda Salgado, Fernando Mendes e Victor Dias, todos de alguma forma envolvidos nos trabalhos que fazemos desde a faculdade.
CEN – Link de referência do seu trabalho e / ou trailer do filme:
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http://curtadodia.blogspot.com.br/2011/02/balancos-e-milkshakes.html


08/02/2011

Balanços e Milkshakes

Um amor vivido por duas crianças é lembrado por um narrador.

Gênero Animação, Gde Premio Cinema Brasileiro 2011
Diretor Erick Ricco, Fernando Mendes
Elenco Ana Clara Moreira, Paulo Kayser Maia
Ano 2010
Duração 10 min
Cor Colorido
Bitola 35mm
País Brasil

Ficha Técnica

Produção Fernanda Salgado, Thais Pimenta Fotografia Erick Ricco Roteiro Erick Ricco Edição Eocopo - Direção de Arte Bárbara Schall Edição de som Eocopo - Produção Executiva Fernanda Salgado Montagem Erick Ricco, Fernando Mendes Interpretação musical Eocopo -

Festivais

Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2010
Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2010

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http://www.facebook.com/media/set/?set=a.334200039982356.78723.295944367141257&type=1

Programa Curta TvMinas












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http://www.fotolog.com.br/photomusicas/65444265/